Sonhador, entusiasta, fiel aos seus ideais e, acima de tudo, um verdadeiro defensor do indivíduo como entedidade máxima. Esta a melhor descrição deste jovem que atende por Leo Melgaço.Nascido em 27 de janeiro de 1986, Melgaço é a representação de uma juventude verdadeiramente ímpar, e, muito mais que isto: representa também a erudição da fina flor da intelectualidade, apesar de sua pouca idade.
Tendo como referenciais na filosofia política que vão desde Alexis de Tocqueville a Miguel Reale, conhecedor e declarado adepto das obras dos economistas austríacos Ludwing von Mises e Friederich A. Hayek, além de profundo admirador do americano Milton Friedman, Melgaço se utiliza de todo seu arcabouço intelectual para escrever incisivos e objetivos artigos nos diversos campos da literatura.
No entanto, não é só pela técnica que prima este baiano, que, por sinal, não se deleita com as obras de Jorge Amado. Melgaço não é só grande e obrigatório pela vigorosa técnica que emprega em seus escritos. Sensibilidade também não falta a este jovem leitor de Goethe, Gilberto Freyre e do inquestionável Dostoievsky.
Para encerrar, seria inviável deixar de mencionar seu irresistível senso de humor "paulofranciscano", com certeza, uma outra grande inspiração que obteve do vazio cenário cultural brasileiro.
Por Gabriel Lacerda
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