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Guilherme Macalossi O Guru do Sono
Guilherme Macalossi
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| Ficou melhor que eu imaginava. Dentre outas pessos que comentaram sobre o sono estão uma auxiliar de padaria e uma vendedora de picolé. |
Giane Teixeira
said:

| Adorei seu comentário, divertido e bem humorado. Parabéns!! |
João da Rocha Labrego
said:

João da Rocha Labrego
said:

| Continuação: Por isso que o Cristianismo nos incita a lutarmos contra o mal mas é uma grande besteira a gente desperdiçar nossa vida lutando contra o mal do mundo. Devemos sim, lutar contra as nossas dificuldades de adaptação ao meio em que nascemos. Isso significa lutar contra nossa ignorância das coisas nos instruindo e aprendendo cada vez mais do porquê do mundo funcionar assim, aparentemente tão contraditório mas está sempre caminhando para a frente, enquanto que a visão comunista quer nos convencer de que uma volta para trás nos faria mais felizes. Oras, ninguém em sã consciência deseja voltar para trás quando arduamente lutou tanto para se elevar uns 5 centímetros na vida. Somente quem se sente muito abaixo de nós é que tenta através de xavecos nos levar de volta para o buraco de onde viemos, alegando que éramos felizes e não sabíamos. Essa volta ao buraco de onde viemos é motivada por um sentimento inerente à nossa psicologia humana. Ele é traduzido por Freud como a saudade do útero materno. Segundo ele, nosso cérebro já totalmente desenvolvido, nos últimos meses de nossa gestação, registra em nossa memória as sensações de conforto e bem-estar que gozamos nessa fase de nossas vidas. Nem sequer sentimos fome e já estamos saciados. Nem sequer sentimos sede e já estamos saciados. Nem sequer sentimos frio e já estamos aquecidos. Quando viemos à luz houve a perda desse paraíso o que nos colocou em contato com a fome, a sede, o desconforto, o frio, etc. Essa sensação a gente carrega a vida inteira mas dependendo da direção que damos às nossas vidas e do amor com que fomos recebidos pelos nossos pais essa saudade do útero se dissipa e transforma-se numa sensação de bem-estar por estar vivo como se a vida valesse a pena ser vivida. Quando nosso querido e amado presidente diz que um novo mundo é possível ele está expressando claramente essa saudade do útero pois ele lutou tanto contra o mal no mundo que a sua mente não conseguiu desenvolver idéias para o bem. Por isso que eu comparo ele ao Peter Pan que não queria crescer, líder dos meninos perdidos. Este Peter Pan se refugiou na Terra do Nunca, ou seja, este mundo nunca será um útero materno. Podem tirar o cavalinho da chuva. Cada um terá que construir o seu próprio útero materno para si mesmo e os seus filhos e dependentes. No caso do Peter Pan por ele não acreditar que um dia poderia ter um lar ele preferiu se apaixonar por uma vida de aventuras. Oras, a vida de aventuras acaba nos cansando um dia e se não tivermos registro em nossa experiência de vida de um momento aconchegante acabaremos por nos transformar no Capitão Gancho que é o destino adulto de todo Peter Pan. Desculpem-me pela salada de assuntos que fiz mas quis apresentar uma idéia de conjunto pois a personalidade esquerdista que se manifesta atualmente é bem complexa quando não possuímos dialética suficiente para compreendê-la. Como vêem o assunto é complexo mas nem por isso deixa de ser inteligível. Essa riqueza de visões de um mesmo problema acaba nos conduzindo à grande verdade de que nossos antepassados estavam certos em tornarem a família uma das coisas mais importantes na formação de um cidadão de bem. A primeira coisa que um traficante tenta fazer é destruir no filho a imagem positiva que ele tem de seu próprio pai para que o filho transfira para ele, o traficante, o suprimento dessa carência e a sua orientação para a vida. Por isso, é importante aprovarmos nossos filhos e dar à eles um lar confortável e sem muitos conflitos, para que o mesmo não tenha que procurar fora aquilo que já possui em casa. Filhos assim se desenvolvem maravilhosamente bem e dificilmente apresentam alguma carência afetiva na fase adulta que poderia torná-lo vítima do engodo de algum traficante ou militante político. Ele sentirá uma grande segurança em suas próprias decisões que sempre serão acertadas pois as mesmas não são fundamentadas em sentimentos negativos e sim, em sentimentos de querer mudar o seu próprio ambiente para algo melhor para si mesmo. Um exemplo disso é que muita gente me acha egoísta por eu não gostar de falar sobre os problemas da pobreza e do pobre. Eu alego que já faço muito pelo meu país e para a erradicação da pobreza lutando para ser um pobre a menos. Também luto para a erradicação da ignorância e do analfabetismo sendo um a menos nas estatísticas. Se cada um fizer o melhor por si o país melhorará mas se cada um ficar esperando que o outro faça por ele aquilo que lhe compete fazer o país continuará do jeito que está. Abraços. |
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Durante anos consegui ficar longe do principal jornal de minha cidade: "O Farroupilha". Em algumas oportunidades, no blog “Instituto Jacu Peludo”, cheguei a fazer troça de seus redatores, criando piada dos textos mal construídos.
Uma das minhas críticas foi colhida pelo pessoal do jornal e uma cópia ficou fixada no mural da redação durante algum tempo. Em uma oportunidade escrevi para o outro jornal da cidade, O Domínio da Notícia, respondendo um texto do principal colunista do jornal "O Farroupilha", Carlos Ruchel Gomes. O texto está publicado aqui no site com nome de "Sobre Latidos, Origens e Bons Companheiros". Minha invulnerabilidade acabou. Segunda feira fui abordado pela equipe de enquetes do jornal. Inúmeras vezes despistei os enqueteiros de "O Farroupilha". Atravessava as ruas. Dava meia volta. Simulava desmaios. Todo meu esforço foi por água abaixo. Estarei estampado, com fotinho incluso, na próxima edição do jornal.