Main Menu
|
Início
Edgard Freitas Sobre Cuidar do Próprio Nariz
Fernando
said:
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Caro Edgard, Já não é a primeira vez que essa militância de < Ora bolas! E?! No Brasil há uma imensa tentativa de < O pior de tudo é que nos basta acessar o orkut e nos deparar com a comunidade "Orgulho Negro", onde se houve os maiores disparates como: "Há mais racismo no Brasil do que nos EUA". Continua... |
Fernando
said:

| 1º <> = AfrikaKorps 2º <> = "africanização" 3º <> = "divÃda" |
Leo Melgaço
said:

| 1º <> = AfrikaKorps 2º <> = "africanização" 3º <> = "divÃda" O que vc quis dizer com isso, Fernando? |
Paulo henrique Jürgensen
said:

| Impressionante a ousadia dos movimentos negros em patrulhar todos. São piores que os fanáticos religiosos. E para essa senhora palpiteira do movimento negro peço que vá meter o nariz somente onde é chamada. |
L. Brown
said:

| HAHAHAHAHA o pior é que hip hop é um balaio subcultural que mistura tudo que era feio, marginalizado, pobre e rejeitado nos Estados Unidos da década de 80. Aà chamam isso de "cultura negra", fazem cara de cu e acham "exótico". |
Fernando
said:

| Caro Leo, É uma correção de: "Já não é a primeira vez que essa militância de AfrikaKorps(1º<>) acontece no Brasil." "No Brasil há uma imensa tentativa de "africanização"(2º<>) das pessoas." Nós temos uma dÃvida(3º<>) histórica com o brasileiro, seja ele branco ou seja negro. Aproveito e corrijo a "dÃvida". |
Fernando
said:

| *Africanização ou africanizar, tanto faz. |
Leo Melgaço
said:

| Ah, obrigado, Fernando. Se eu tivesse dinheiro, te contrataria como corretor oficial do site! |
Fernando
said:

| Obrigado Leo, mas não sei ao certo se foi algum problema da página. |
Leo Melgaço
said:

| Certamente deve ter sido, Fernando. |
Geraldo
said:

| Comparar com a Ku Klux Klan foi sensacionalismo! |
Igor Vaz
said:

| gostei do africanizaçao. Afrika Korps é muito cult pro teu distinto "publico", porém vale lembrar que Rommel nao era nazista. continue criativo abraço |
Victor
said:

Esses "movimentos negros" não têm msm o que fazer e vivem literalmente metendo o nariz onde são chamados...
Fala sério! |
Geraldo
said:

| Alguem tem algo contra o movimento negro? Foi essa a intenção? Se artigo tivesse terminado no primeiro paragrafo, teria sido mais feliz. |
Edgard
said:

| Ora. Se eu terminasse no primeiro parágrafo eu estaria afirmando que o Movimento Negro tem o direito de se meter com o nariz alheio, o que, creio, você concorda. E sim, tenho algo contra o movimento negro, como contra o movimento branco, movimento japonês, movimento sarará e qualquer movimento de caráter racista. |
Geraldo
said:

| Eu nao sou contra e nem a favor, so acho que o movimento deve ter outras atribuições e que nao merece ser comparado com uma seita fanatica. |
Edgard Freitas
said:

| Por que não? No momento em que o movimento se sente legÃtimo para aprovar ou não uma cirurgia plástica, qualq ue coisa é possÃvel. E quem já tentou debater com militantes sabe muito bem a maniera intimidatória como se portam. |
Vanessa Siqueira
said:

| Se Negra Li se sente bem fazendo uma cirurgia para afinar o nariz, organização nenhuma nem NINGUÉM tem que aprovar ou não! Ela faz o que quer, como Condoleezza Rice faz, ou qualquer outro ser humano, negro ou não. |
Ana
said:

| Parabéns Edgard!!! Concordo com vc!!! Cada um que cuide do seu nariz! E o movimento que cuide de coisas que realmente tenha relevância e acrescente em algo na vida das pessoas! |
Douglas
said:

| A questão não se limita a afinar o nariz ou não, mas trata-se de afirmar a auto-estima das pessoas negras, que históricamente foram discriminadas e segregadas. Não se pode tapar o sól com peneira; o Brasil é um paÃs racista e as pessoas são preconceituosas sim. O mais engraçado é que a mesma negra Li que afinou o naris, antes de ser famosa era militante e condenava atitudes como essas... A propósito, o artigo é superficial, pois não leva em conta questões basicas como, por exemplo,padrões de beleza, ou melhor o padrão de beleza branco estabelicido e imposto sobre nós brasileiros. E o autor do artigo não passa de um racista dissimulado. Obs: A KKK pregava a supremacia, nós pregamos a igualdade. "trago minha banda, só quem sabe onde Luanda saberá me dar valor" (Gilberto GIL) |
Loran Santos
said:

| Se é para usar o exemplo dos EUA, saibamos que por lá, quando acabou a escravidão a maioria das famílias negras receberam do governo um pedaço de terra e duas mulas, para trabalhar e sobreviver. Aqui no Brasil, o que o governo fez após a legalização da abolição da escravatura em 1888? Assegurou-nos a oportunidade de trabalhar? Estudar? Morar?Nada disso! Pelo contrário, financiou a vinda de milhões de imigrantes europeus, como italianos, alemães, etc. assegurando a elas/es, terra para trabalhar, casa para morar. É certo que a condição de vida não era das melhores, mas pelo menos eles tiveram o mínimo e para os descendentes de escravizados nem isso foi assegurado. Fomos largados nas ruas e nos mundo, nos viramos para sobreviver. Hoje, alguns de nós ocupamos cargos estratégicos e de poder, mas é uma minoria e mesmo quando este ascende socialmente as discriminações são pertinentes. Quanto à questão do padrão de beleza... Sugiro que qualquer pessoa que está lendo esse texto, ao passar pelas bancas de revistas de qualquer cidade do Brasil, observe o padrão de beleza que está em 99% das capas de revistas. Esse padrão, não representa e valoriza a diversidade existente nos rostos das/os brasileiras/os indígenas, japoneses e negros, entre outras. Olhemos também a televisão brasileira, onde e como esses segmentos são citados. E como tudo isso toca na auto-estima das/os que não estão representadas/os na TV e nas mídia em geral? É fato que existem preconceitos, discriminações raciais, racismo institucional. Exemplo, se olharmos a história, perceberemos que em 1976 foi o ano em que o governo corrigiu o ato de asno de proibir na constituição brasileira o culto das religiões de matrizes africanas. Outro, várias leis do final do século XIX e começo do XX, que proibiam a vinda de negros para o território brasileiros. Poderia citar mais centenas de fatos históricos que comprovam o racismo na sociedade brasileira, sabemos então, como surge essa desigualdade absurda de raças (sendo essas construídas dentro das perspectivas sociológicas e não biológicas). |
| < Artigo anterior | Artigo seguinte > |
|---|



Recentemente, descobri que a Rapper “Negra Li” fez cirurgia plástica no nariz. Até aí, algo absolutamente irrelevante, pois não gosto de Rap e não conheço a Negra Li. Depois, descobri que o Movimento Negro não aprovou a cirurgia plástica da Negra Li. Ora, pensei cá com meus botões, que eu saiba quem tem que aprovar ou não uma cirurgia plástica e gostar ou não do resultado é a própria Negra Li e, eventualmente, seus pais. Mas não. Descobri que o Movimento Negro também pode palpitar sobre narizes alheios.
