 Edgard da Costa Freitas Neto nasceu em Salvador, Bahia, no ano de 1984. Foi esquerdista a vida inteira. Militou no Movimento Estudantil secundarista e universitário, tendo sido diretor do grêmio do Colégio Estadual Raphael Serravalle e participado de passeatas, manifestações, congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas e outras baboseiras de estilo, junto com a União da Juventude Socialista, sem chegar a se filiar. Estudante de Direito na UESC, foi diretor do Centro Acadêmico João Mangabeira, numa gestão apartidária. Concluiu que essa história de Centro Acadêmico e DCE são coisas para quem tem tempo ocioso entre trabalho e estudo, namoro, banho no cachorro, engraxamento de sapato, contagem de elefantes e a Sessão da Tarde. Em suma, de quem não tem mais nada de útil pra fazer. Com o 11 de Setembro percebeu que havia algo de contraditório entre defender a liberdade e ao mesmo tempo defender ditadores genocidas, e começou a estudar história além dos livros de segundo grau. Afastou-se do movimento estudantil partidarizado quando, começando a trabalhar, percebeu que conquistar o próprio capital era muito melhor que protestar contra ele, e que não havia nada melhor que não depender de outros. Acredita piamente que a Universidade atrapalha os estudos de qualquer estudante sério. Suas influências literárias/filosóficas/artísticas/musicais são Milton Friedman, Olavo de Carvalho, F. A. Hayek, Gilberto Freyre, Ortega y Gasset, Reinaldo Azevedo, Stanislaw Ponte-Preta, Millôr Fernandes, Raul Seixas e a revista Mad. |